• Aldomar de Castro

Medida

O PONCHO NEGRO DA NOITE,

EMPENUMBRA A LUZ DO DIA.

ARRASTA A SEMANA QUE IA,

SE ENAMORANDO COM O MÊS.

E ESTE POR MAIS DE UMA VEZ,

TENTOU COM O ANO CONVÊNIO.

UM SÉCULO SÃO DEZ DECÊNIOS,

NO CALENDÁRIO GREGORIANO.

SEMANA,SÉCULO, MÊS E ANO,

INICIAM E TERMINAM MILÊNIOS.

CONVENCIONARAM MEDIDAS,

PARA POSICIONAR A HISTORIA.

PARA REGISTRARA A MEMORIA,

DOS FATOS DURATE AS VIDAS.

VARIANTES DESCOMPROMETIDAS,

APÕEM DÚVIDAS NO INFINITO.

FAZ O ACONTECIMENTO BONITO,

SER MAL-CANTADO OU DESFEITO.

NEM TODO CONTO É PERFEITO,

E MUITOS NÃO SÃO ESCRITOS.

CADA FATO TEM DUAS PARTES,

E NO MÍNIMO TRÊS VERSÕES.

A PRIMEIRA, SÃO AS VISÕES,

DO AUTOR E SEUS ENCARTES.

SEM NEGAR NEM FAZER ARTES,

REGISTRA O QUE FEZ E O QUE VIU.

O SEGUNDO TAMBÉM NÃO MENTIU,

MAS REGISTRA COM DIFERENÇA.

CADA QUAL DIZ O QUE PENSA,

E A VERDADE AINDA NÃO SURGIU.

OUVINDO O ABOIO DOS ANOS,

PARANDO RODEIO PRA O TEMPO.

EU PARO RODEIO E CONTEMPLO,

O NOSSO TROPEIRO ARAGANO.

GIGANTE CENTAURO PAMPEANO,

REPONTA MUNAIA DE TROPA.

AO MESMO TEMPO GALOPA,

TENTANDO GANHAR O PERDIDO.

ESTE CAMINHO É MAIS COMPRIDO,

SÓ RESTA SABER QUEM TOPA.

CHEIA DE FEVEREIRA DE 2006.

CALTARS – “TO”.

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