• Aldomar de Castro

Metáfora

É FIGURA DE SUSTENTAÇÃO,

DA LINGUAGEM LITERÁRIA.

ESTILO DE NORMA CONTRÁRIA,

QUE NÃO FAZ COMPARAÇÃO.

LEGENDA DE EXPLICAÇÃO,

COM IDÉIA A SER DEFINIDA.

FIGURA FICTÍCIA PARIDA,

POR MENTE IMAGINATIVA.

A SUA FEIÇÃO ATRATIVA,

NO DISCUSO TEM GUARIDA.

AS METÁFORAS REFERIDAS,

ÁS VEZES SÃO CATACRESES.

LINGUAGEM SEM OS ESTRESES,

DAS PALAVRAS PROFERIDAS.

MESMO QUANDO ENTENDIDAS,

ACAUTELA A IMAGINAÇÃO.

SEM COMPARAR FAZ RELAÇÃO,

COM O QUE A MENTE PROJETA.

OS TERMOS QUE ELA ENCETA,

PERSONALISA A EXPRESSÃO.

ENTERRAR UMA AGULHA NO DEDO,

SENTE-SE UMA DOR COR-DE-ROSA.

SÓ NO DA ORELHA DÁ PROSA,

QUANDO QUEREMOS SEGREDO.

DE MULHER COBRA TENHO MEDO,

NÃO AGREDITO EM HOMEM FERA.

NA BOCA DO TÚNEL SE ESPERA,

UMA TEMPESTADE DE INJÚRIA.

UMA LÍNGUA DE FOGO EM FÚRIA,

QUEIMA A RAIZ O OUVIDO DO QUERA.

DO VENTRE DA TERRA NASCE,

UM VALOROSO OLHO D´AGUA.

AURORA DA VIDA SEM MÁGUA,

SUGERE AO PRESENTE QUE PASSE.

FUTURO DE PRIMEIRA CLASSE,

ACABA O CABELO DE MILHO.

VOAR SEM PERDER O TRILHO,

SOBRE O ORVALHO DO SOM.

A MAÇÃ DO ROSTO DÁ O TOM,

PRA O ATAVISMO CAUDILHO.

UM PÉ DE VENTO ALVOROÇA,

A TRANÇAS DOS RAIOS DE LUZ.

UM SORRISO AMARELO CONDUZ,

A OUTRO SORRISO QUE ESBOÇA.

UM VALE DE LÁGRIMAS EMPOÇA,

NOS RAMOS DAS PROFISSÕES.

OUÇA O SILÊNCIO EM PREGÕES,

BUSCANDO ESPAÇO NO NADA.

A ASA DO VENTO EM RAJADA,

ACENDE A LUZ DOS RINCÕES.

BARRIGA DA PERNA SUSTENTA,

QUE AS METÁFORAS CONTINUAM.

POR DIVERSAS RAZÕES ATUAM,

QUANDO A COR DA ILUSÃO ISENTA.

A DOCE QUIMERA NÃO APRESENTA,

POR QUE NUNCA QUIS EXPLICAR.

TENTOU ATERRISSAGEM NO MAR,

MAS FOI INCULCADO REMETER.

METÁFORAS QUERO ESCREVERER, .

TE AGUARDO NO MEU CELULAR.

MINGUANTE DE JANEIRO DE 2008

CALTARS – “TO”

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